Tema Janela de imagem. Imagens de tema por rajareddychadive. Tecnologia do Blogger.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Love



Esse video "Playing for Change" nos mostra de como uma música "One Love", de Bob Marley preenche a vida com algumas palavras singelas sobre o amor. O amor que consome o ser, que leva paz de espírito e que transborda de felicidade na vida das pessoas.

Medite, cresça, acredite e viva!!!

Peace & Love...

38 anos de amizade

Um tratado dá origem as cidades co-irmãs, Maringá e Kakogawa

Por Rossana Giani

No dia 2 de junho de 1973, em Maringá, na administração de Silvio Barros (pai) foi assinado um tratado de irmandade entre duas cidades, uma no Brasil e outra no Japão. Maringá e Kakogawa foram escolhidas para serem as cidades co-irmãs e mantém, desde então, uma estreita relação da amizade. Esse elo que une dois povos conttribui para o desenvolvimento das cidades, que beneficiam as comunidades brasileira e japonesa, através de projetos sociais, culturais e econômicas. As cidades compartilham ideias, programa, além da troca de experiência na arte e na cultura.

Segundo Shudo Yasunaga, diretor da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, o tratado beneficiou não somente o lado econômico, social e cultural das cidades, mas também, ao longo dos anos abriu portas para o intercâmbio empresarial. "Além disso, Kakogawa tem nos presenteado, a exemplo dos equipamentos médicos para o Wajunkai (entidade mantida pela comunidade nipo-brasileira que presta assistência aos idosos)". A parceria entre Kakogawa e Maringá não para por ai.
Há também o intercâmbio de jovens, a criação do centro de ensino de línguas estrangeiras, o recebimento de materiais didáticos, a elaboração dos projetos, como o Parque do Japão, a vinda de profissionais, entre outros. Contribuição e reconhecimento que valorizam a cultura oriental para os muitos imigrantes e descendentes que residem na Cidade Canção.

Em 1993, quando Yasunaga foi presidente da ACEMA, a cidade co-irmã viabilizou a construção do Centro Kakogawa-Maringá de Línguas Estrangeiras, a fim de proporcionar o ensino do idioma japonês aos alunos, e também a realização do intercâmbio cultural entre as cidades. "Justamente naquela época fazia vinte anos de irmandade Maringá-Kakogawa. E a cidade japonesa nos presenteou com a construção da escola, bem como encaminhou professores de Kakogawa para lecionar aqui", comenta.

Em 2006, a Prefeitura de Maringá e a cidade japonesa de Kakogawa lançaram o projeto do Parque do Japão, que homenageia os imigrantes japoneses que residem na cidade. Dois anos após, a imigração completou 100 anos de história.

Assim como uma comitiva japonesa tradicionalmente desembarca em Maringá, no mês de maio, para as festividades do aniversário da cidade, desta vez, lideres da comunidade maringaense já se encontram no Japão para participar das solenidades de comemoração dos 60 anos da fundação de Kakogawa.

Na agenda da comitiva estão programadas visitas à Província de Kyoto, onde esta o Templo Tyoin, matriz do Templo Nippakuji, de budismo, um dos pontos turísticos da cidade maringaense.

Segundo Yasunaga, os maringaenses são recepcionados com muita festa pelo povo de Kakogawa. "Kakogawa é a nossa segunda casa. Queremos sempre retribuir e agradecer a visita que eles nos fazem. Essa irmandade, Maringá - Kakogawa, é muito importante e só traz benefícios para ambas as cidades", finaliza Shudo Yasunaga.

Saiba que...
A cidade de Kakogawa, Província de Hyogo, completa 60 anos de fundação. Com 266.214 mil habitantes é a cidade co-irmã de Maringá. Três anos mais nova que a irmã paranaense, Kakogawa se diferencia entre as línguas, costumes e tradições orientais.

O que une duas cidades completamente diferentes e distantes? Uma brasileira e outra japonesa. A vontade em ser cidades boas para se morar, investir e visitar. Ambas querem proporcionar orgulho aos seus habitantes, para que aprendem a respeitar e admirar essa irmandade que reflete na vida de cada um.

O Parque do Japão foi elaborado também por técnicos trazidos da cidade japonesa, o Wajunkai recebeu equipamentos médicos e o Parque do Japão contou com profissionais japoneses em sua elaboração.

Todos os anos, jovens maringaenses vão para Kakogawa, em janeiro, e um grupo de jovens de Kakogawa vem para Maringá, em agosto, dentro de um projeto de intercâmbio cultural programado pelo Centro Kakogawa-Maringá de Línguas Estrangeiras (construído dentro da Associação Cultural e Esportiva de Maringá).

(Suplementos IMIN 102 ANOS DE HISTÓRIA, 13/06/2010, pág.38, Jornal O Diário do Norte do Paraná)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

10 coisas que eu odeio em você

Odeio o modo como fala comigo
E como corta o cabelo
Odeio como dirige o meu carro
E odeio o seu desleixo
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente
Eu odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Ainda mais quando me faz chorar...
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo
Nem mesmo só por te odiar


Quem não se lembra desse filme? Quando a personagem Kat, a atriz Julia Stiles lê o poema que ela fez para o maravilhoso Patrick Verona, o ator Heath Ledger (ainda não me conformo por ele ter nos deixado)... Sou tão manteiga derretida que chorei nessa parte do filme, mas valeu, pois eles ficaram junto no final... sempre um final feliz rsrsrs

Infelizmente, o final de Heath Ledger não foi feliz igual ao filme.. mas que ele esteja em paz!

.....

Mudanças

Oi gente, mudei meu blog.. agora sim ficou a minha cara!! Ok, faltam alguns ajustes, mas prometo arrumar logo, pois fiquei um longo tempo sem postar nada...

Até o endereço foi modificado!! Espero que agora seja pra valer!! Preciso ter essa disciplina é necessário e faz bem =)

É isso...logo postarei coisas novas...

Bjos e até mais!!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Casa Arrumada

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)
Casa arrumada  é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Vestida para arrasar no casamento

A maioria das noivas não abre mão de se casar a rigor e com tudo a que tem direito: de véu, grinalda e com um vestido de tirar o fôlego. Traje também faz o noivo brilhar

Por Rossana Giani

Que mulher nunca sonhou em ter o seu vestido de noiva? As opções são tantas que é difícil não ficar confusa na hora da escolha. Há para todos os tipos, gostos e bolsos: evasê, shape sereia, tomara-que-caia, com decotes e texturas diversas, rodado, lânguido, casaco, manga, império, curto, volume, detalhe, listra, cor, camada, cintura, laço...

A primeira dica é escolher o corte do vestido e, depois o modelo. Estilos clássicos, românticos, tradicionais, contemporâneos e modernos são looks originais e marcantes para uma noiva. O detalhe, a sutileza, a emoção fazem parte desse acontecimento que envolve os convidados e mais ainda os noivos. O vestido pode ser simples ou com muito glamour, mas necessita ser delicado e leve.

Quando pensamos em um vestido de noiva, a imagem que vem à memória é de um  modelo que sempre estará em voga: o tomara-que-caia. Apesar do frio, o modelo ainda é o preferido das noivas. “O tomara-que-caia é sensual, charmoso e deixa as mulheres mais esguias”, comenta o estilista Ronny Dozzo, que trabalha há 23 anos no ramo de confecção e aluguel de trajes finos em Maringá.


Algumas mulheres preferem sair do tradicional e optar pelo modelo Jaqueline ou mesmo uma manga japonesa curtinha, que são algumas dicas do estilista. Já os modelos capas, como as túnicas, são perfeitos para as mulheres gordinhas, pois suavizam e ampliam a silhueta com um decote grande que vai até a cintura, sobreposto ao vestido e disfarçando o quadril. “O evasê seria o ideal para as gordinhas, pois alonga a silhueta sem ressaltar muito a cintura.”

Sobre tecidos, o estilista diz que há dois anos a renda chegou  ao mercado brasileiro. De tendência espanhola, ela chegou para ficar. Mas desta vez, o vestido está mais amplo, ao mesmo tempo em que ele é armado, é leve, possibilitando “os plissados brincam com a renda dando um ar de princesa”.

E essa leveza toda demonstra que a moda destacou  mais uma cor  nos vestidos de noiva, o off white (branco sujo), embora o tradicional branco continuará em moda. Sobre a roupa do noivo, ele comenta que a variedade de tecidos nacionais e importados proporcionam a ele possibilidade de também brilhar na cerimônia.  “O bacana que o homem hoje quer participar do casamento, quer ter o mesmo destaque que a noiva. Eu brinco que ele virou uma noiva. Ele quer ficar tão bonito quanto ela”.

Segundo Ronny, o traje masculino ideal para os noivos é o meio fraque e, para os convidados, o terno. Já para as convidadas, os vestidos longos, com decotes e profundos tanto na frente como atrás. A cor do vestido deve realçar o tom da pele. Depois, é só caprichar no make-up e no cabelo.

Questão de estilo
Baixinhas: modelos como tomara-que-caia e evasê. Evite os vestidos armados.
Gordinhas: evasê. Evite vestidos volumosos, pois marcam as formas. Prefira tecidos de caimento fácil e leve.
Magras: vestidos que realçam a silhueta ou volumosos terão um ótimo caimento no corpo das magras. Modelos de cintura marcada com saias amplas com tecidos encorpados é uma boa dica.
Altas: modelos como shape sereia, reto e lânguido são indicadas para mulheres altas e magras. Valorizam a silhueta.
Com busto: o mais aconselhável é um decote, que valorize e pronuncie seu busto.
Sem busto: qualquer modelo, mas que possam alongar e contornar o corpo como rodado, evasê, shape sereia, tomara-que-caia, utilizando bojos.
Terno: os tons mais claros para o dia. Já os tons escuros a qualquer hora.
Smoking:  sofisticado, só deve ser usado em casamentos à noite.
Meio-fraque:  é o traje preferido dos noivos. Sofisticado, de preferência usá-lo à noite.


(fonte: Suplementos Empresas & Cia - Especial Noivas - 13.06.2010, págs. 16-17 - O Diário do Norte do Paraná)

Comunidade budista em festa

O Jodoshu chegou ao Brasil em 1953, por meio de missionários japoneses. Templo budista em Maringá difunde a religião

por Rossana Giani


Em 2010, comemoram-se os 57 anos da comunidade budista jodoshu Nipppakuji no Brasil, com sedes em São Paulo, Maringá e Ibiúna. A comunidade de Maringá mantém um asilo, o Wajunkai. A construção do templo de Maringá retrata fielmente um verdadeiro templo oriental budista.
Com dois pavimentos em concreto, seu interior é todo em peroba, madeira nobre brasileira que foi doada pelo sr. Inagakai, de Matelândia, cidade localizada a 336km de Maringá.

Sua arquitetura japonesa expressa linhas tradicionais. Não foram necessários pregos ou parafusos para montar a estrutura do altar, utilizou-se a técnica do encaixe adicionando somente madeira para firmar.

Há um sino sagrado, o Joya-no-kame, na entrada do pátio do templo. Ouvem-se as badaladas, todos os anos, somente na virada do ano novo. São 108 badaladas para a despedida das almas aflitas que sofrem no ano que termina. O templo é marcante e faz parte de um dos pontos turísticos da cidade.

Eduardo Ryoho Sasaki e Theiso Inabe são os dois monges que atuam no templo budista de Maringá. Com eles trabalha o estudante Toshitaka Shikamori. Filho de japonês, ele está se preparando para ser monge. "Meu pai tomava conta do templo. Como ele faleceu, o monge Eduardo ficou em seu lugar. Eu ainda não sou monge, preciso me preparar para ser um". Para isso, ele precisa estudar os mandamentos do budismo durante cinco anos e também a língua japonesa.

Algumas cerimônias são abetas ao público em geral e celebradas no ritmo da oração. "O sutra é traduzido para o romandi, o alfabeto japonês. Já as celebrações particulares são feitas de acordo com o mês que a pessoa faleceu. Para os antepassados seguirem seu caminho e encontrarem a luz da salvação, deve-se realizar uma longa sequência de cerimônias, desde a do sétimo dia (morte), a de 49 dias, a de um ano e, assim, a dos anos subsequentes, somente os de número ímpar", diz Thoshitaka.

Theiso Inabe e Thoshitaka difundem o budismo como "aprendizagem e vivência da purificação da alma".

Onde fica:
Templo Budista Jodoshu Nippakuji
Av. Londrina, 477
Telefone: (44) 3223.1195
Maringá-PR



(Festival Nipo Brasileiro - 04.09.2010, pag. 26 - jornal O Diário do Norte do Paraná)