Tema Janela de imagem. Imagens de tema por rajareddychadive. Tecnologia do Blogger.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Nacionalismo, realismo socialista e música brasileira VIII Tom Jobim e Vinícius de Morais, por Luiz Giani

Vinícius de Morais não é filiado ao PCB, embora tenha manifestado tal interesse. Em 1956, ele publica "O Operário em construção", sua mais notável incursão poética pelo tema da expropriação do trabalhador, na edição de lançamento da revista "Para Todos", dirigida por Jorge Amado, membro do PCB. Convida Oscar Niemeyer, também do PCB, para criar os cenários de "Orfeu da Conceição". Conta com a participação de Abdias do Nascimento e o Teatro Experimental Negro. Convida Tom Jobim para musicar a peça, iniciando com ele a mais notável dupla pioneira da música de protesto e da bossa nova. Estreita-se a aproximação de Vinícius e Tom Jobim com o movimento cultural em que atuam intensamente os comunistas. Outro parceiro de Tom é Newton Mendonça, pianista e letrista, militante do partido. Conforme Luís Bonfá, Newton é o "melhor amigo de Tom". 
"Orfeu" é louvado por Jorge Amado e Ênio Silveira, na Para Todos, como "parteiro de um novo mundo", de esperança, "nascendo do ventre dos povos", de concepção "genuinamente brasileira". O momento é de "degelo", abertura e ampliação do debate, com base nos princípios nacional-desenvolvimentistas, sem ataques à revolução estética até então acusada de burguês-decadente. Para Todos divulga opiniões e debates em torno das inovações da arte, como o concretismo, em seus primeiros passos no campo da música, poesia e artes visuais. A revista Fundamentos para de circular e a Para Todos evita os enunciados dogmáticos, sectários, condenatórios, que caracterizavam a fase anterior, insurrecional. O degelo, como desestalinização, é uma relativa descompressão do centralismo e ortodoxia do partido em matéria de cultura e arte. Nesta vídeo aula, executo "Frevo", de Tom/Vinícius, composto em 1958, de orientação estética conhecida como nacional-popular. Incluído na trilha do filme "Orfeu Negro" (Marcel Camus) inspirado em "Orfeu da Conceição", é um frevo tradicional que contrasta com o revolucionário "Felicidade", samba pioneiro da emergente bossa nova.


Esta é a oitava vídeo aula de uma série de oito disponível no canal "Música e ideologia", no site http://www.youtube.com/luizgiani43






Nacionalismo, realismo socialista e música brasileira VII - Guerra Peixe, por Luiz Giani

Guerra Peixe, como membro do Movimento dos Partidários da Paz, envolve-se no plano de ação do partido comunista em defesa da paz mundial. Cresce o temor mundial de uma terceira guerra, na conjuntura de uma acirrada guerra fria entre o bloco capitalista liderado pelos Estados Unidos e o bloco dos países socialistas. Enquanto participa do Congresso da Paz (1952), em Porto Alegre, Guerra Peixe recebe mensagens de que está sendo procurado pela polícia do Rio de Janeiro e Recife, com ordem de prisão. Recebe telegramas, cartas e manifestações de desagravo e solidariedade de centenas de manifestantes, entre eles, Jorge Amado, Niemeyer, Estrella, Santoro, Portinari, Dias Gomes e Konder. Na mesma ocasião, publica um artigo, na revista Fundamentos, contra o "formalismo da arte pela arte", conclamando os compositores para a responsabilidade do trabalho "sobre materiais populares nacionais".
Advogando o contato direto com as fontes folclóricas, Guerra Peixe é o compositor que mais critica a aparente projeção folclórica de muitas obras brasileiras. É um dos compositores brasileiros que mais desenvolvem a pesquisa de campo, coletando e estudando o folclore regional do nordeste e do eixo Rio-São Paulo. A difusa crença do partido comunista, de que a burguesia estaria agonizando, em sua fase "final", encontra adesão no pensamento de Guerra Peixe, que gostava de primar por palavras e um estilo pouco comuns, como aqui: "período decadente dessa classe que estertora nos seus mais trágicos momentos (com a divina graça de Deus)". 
Entre inúmeras obras com predomínio da projeção folclórica, a peça Mourão, para orquestra de cordas, resulta de seu convívio com o cego Aderaldo e seu guia Mário, no período de três anos de pesquisa em Recife (1950-1952). Aderaldo, cantador, na viola, faz duo com Mário, que o acompanha no toque de rabeca. Guerra Peixe relatou-me, em entrevista gravada em 1982, que o guia executava de forma ímpar, inusitada, inigualável, o toque de rabeca aprendido com Aderaldo. "De Viola e Rabeca" é o nome original da peça, aqui apresentada em minha adaptação para solo de piano. Você, ouvinte, pode acessar alguns vídeos de Mourão, disponíveis no Youtube, com a versão orquestral da obra.





Nacionalismo, realismo socialista e música brasileira VI - Gnattali, por Luiz Giani

Embora não tenha filiação ao partido comunista, isto não impediu a proximidade de Radamés Gnattali com o movimento cultural de esquerda. Sua obra oscila entre o folclorismo nacionalista, especialmente o nordestino, e a influência da "música americana tipo Gershwin". Ele não segue a tese radical de que a influência do jazz seja um sinal de decadência. Em 1956, em entrevista publicada na Para Todos, revista dirigida por Jorge Amado, ele defende a "importação", conquanto a influência externa não sacrifique as características básicas da música brasileira. Na defesa de "novas formas ou nova temática, sem subverter as características básicas", ele enfatiza a necessidade de preservar o ritmo. A obra de Gnattali chega a países do bloco socialista, como a Suite brasileira, apresentada na Polônia, sob a regência de Edoardo Guarnieri, que relata: "Em Katovich, a Suite Brasileira de Radamés Gnatali teve tal êxito que me obrigou a repetir dois números da peça..." (Fundamentos, set./1951). A política do realismo socialista é intensa, momento em que o II Congresso Mundial dos Partidários da Paz (1951), em Varsóvia, concede um Prêmio da Paz a Paul Robeson, cantor norte-americano, militante do partido comunista e, posteriormente, exilado, vítima do macarthismo. Em 1952, Cláudio Santoro será também agraciado com um Prêmio da Paz, no III Congresso, pela sua obra orquestral Canto de amor e paz (1951), já apresentada no Festival da Primavera, de Praga. A música brasileira passa por momentos dramáticos, de dogmatismo e sectarismo, em decorrência da radicalização da luta política e cultural do partido, de intensa guerra-fria e apelo insurrecional. Observa-se uma hegemonia de esquerda na cultura nacional. 
O período subseqüente, de "degelo", é marcado por resistências ao dogmatismo, na conjuntura da emergente desestalinização. Nessa conjuntura, a obra de Gnattali chega também ao incipiente cinema novo, a convite de cineastas que mantém ligações com o PCB. Ele compõe para a trilha musical dos filmes Rio, 40 graus (1955) e Rio, Zona Norte (1957), de Nelson Pereira dos Santos (direção, argumento e roteiro), filiado ao partido. 
Para ilustrar a concepção de Gnattali sobre a fusão entre o ritmo nacional e os elementos importados do jazz, interpreto, nesta vídeo aula, a valsa Perfumosa, de 1948.



Nacionalismo, realismo socialista e música brasileira V - Guarnieri, por Luiz Giani

Embora nunca tenha admitido a existência de vínculos de militante com o Partido Comunista Brasileiro, Camargo Guarnieri manteve estreito intercâmbio com o meio musical soviético, tendo visitado a URSS e escrito um manifesto, a Carta Aberta aos Músicos e Críticos de Música do Brasil (1950), principal documento a revelar para o grande público as questões que dividiam a música em dois grandes blocos, de um lado, defensores do nacionalismo, e, de outro, defensores da vanguarda musical. Os comunistas dividiam-se, ocupando posições nos dois lados em conflito, com hegemonia da facção defensora da fusão entre nacionalismo e realismo socialista. Adversários do realismo socialista, os trotskistas tomavam partido pela vanguarda internacional.
É nesta conjuntura que o PCB conclama a população para a luta insurrecional. O capitalismo é entendido como sistema agonizante e o formalismo na arte, como expressão da burguesia decadente. Guarnieri estréia, em 1952, sua ópera Pedro Malasarte (de 1932, com libreto de Mário de Andrade). Após a morte do presidente Vargas (1954), o PCB começa a reconhecer os erros cometidos em sua política insurrecional. No plano internacional, o XX Congresso do Partido Comunista da URSS faz críticas ao governo de Stálin e abre um período de discussão e críticas ao dogmatismo e centralismo do partido. É o início do "degelo". Arrefece a guerra ideológica contra a vanguarda estética. A revista Para Todos, dirigida por Jorge Amado, abre espaço para o pluralismo de opiniões sobre o abstracionismo e inovações em arte. É bem recebida a emergente música concreta dos laboratórios eletroacústicos de Paris. Guarnieri torna-se assessor especial para assuntos de música do Ministério da Educação, no governo de Juscelino Kubitschek. No júri do Concurso Internacional de Piano Tchaikovsky (1958), em Moscou, é o único representante latino-americano, convidado por Shostakovich. No mesmo ano, compõe a Suíte Vila Rica para o filme Rebelião em Vila Rica (1959), filme-paráfrase da luta de libertação nacional "Inconfidência Mineira", dirigido pelos irmãos Geraldo e Renato Santos Pereira, filiados ao PCB. 
Composta nesta conjuntura de "degelo" do realismo socialista, a Valsa Vila Rica que, aqui, interpreto, é de estilo neoclássico, inspirada nas modinheiras serestas tradicionais de Vila Rica (atual Ouro Preto) e integrante da Suíte Vila Rica.



Nacionalismo, realismo socialista, música brasileira IV-1 Santoro, por Luiz Giani

Cláudio Santoro foi o compositor com maior atuação, na estética da música "progressista", entre filiados e simpatizantes do Partido Comunista Brasileiro, o PCB. Ele concebia a música como frente da luta anti-imperialista e por uma nova sociedade, socialista. Era filiado ao PCB. Regeu e gravou algumas de suas obras, em Moscou. 
Nos Estados Unidos, iniciava-se a perseguição ao comunismo, através do macarthismo. Chaplin e o ator e cantor Paul Robeson estavam entre os exilados. Aqui, após dois anos de legalidade do partido, o registro do PCB foi cassado (março de 1947) e todos seus parlamentares eleitos perderam seus mandatos (janeiro de 1948). 
O partido enfrenta uma violenta repressão, sob os governos Dutra e Vargas. Na música, é imediata a resposta dos compositores adeptos da entonação sinfônica realista, a que chamavam "progressista". A forma e o conteúdo da música devem expressar "o entusiasmo do nosso povo, suas lutas, suas esperanças", como dizia Santoro, na revista Para Todos, de abril/1950, em comentário sobre a ópera que estava escrevendo, "Zé Brasil".
Crescia o temor de uma terceira guerra mundial. Os comunistas mobilizavam a luta pela paz, através do Movimento Mundial dos Partidários da Paz e seus congressos anuais. Em 1952, Santoro conquista o prêmio mundial da paz, pela sua obra orquestral "Canto de amor e paz".
De seu convívio com os compositores soviéticos resultavam relações de amizade duradoura e intercâmbios culturais, conforme documentado em suas cartas de 1955 e 1956. Nas cartas a Krenikoff e Kabalevski, ele afirmava que as viagens à União Soviética, as cartas e as amizades eram as melhores lembranças de sua carreira. No Congresso dos Compositores Soviéticos, de 1957, em Moscou, ele é o único representante latino-americano a estar presente.
Neste videoclipe, interpreto a canção de ninar "Acalanto da rosa" (1958), de Cláudio Santoro e Vinícius de Moraes. Ouça também, no youtube, as diversas interpretações de "Acalanto da rosa", em canto e piano, e o vídeo: Santoro - "Sinfonia da Paz", obra composta no ano seguinte ao prêmio mundial da paz. Sob a censura do governo Vargas, foi retirada desta sinfonia a palavra "paz".



Nacionalismo e realismo socialista na música brasileira III - F. Viana, por Luiz Giani

Frutuoso Viana compôs "Homenagem a Sinhô", em 1937, em virtude de sua luta em defesa da cultura popular. O homenageado, Sinhô, conhecido como o "rei do samba", viveu o último período de seu "reinado" na década de 1920 (Sinhô faleceu em 1930). 
A economia mundial ainda estava abalada pelo "crack" da economia norte-americana. Enquanto lá se desenvolvia o império, em seu domínio mundial, aqui, o movimento nacionalista enfrentava os problemas de identidade e organização da economia e da cultura nacional e popular, de país dominado, periférico (terceiro mundo), na resistência à dominação econômica e cultural externas. 
Dança de negros, corta-jaca (passo de samba rural), chula (variante do lundu, introduzido por escravos bantos), toada e samba estavam entre os motivos rítmicos que inspiravam as composições de Frutuoso Viana, no momento em que falar de música popular era falar de música folclórica, especialmente, negra e indígena, da área rural, pequenas cidades interioranas e bairros periféricos das grandes cidades. No Rio de Janeiro, grande parte dos músicos conhecidos como chorões eram negros e mestiços descendentes de africanos escravizados. Eles inventavam um modo de tocar próprio, nacionalizando gêneros europeus, como a valsa, o xótis e a polca, transformando-os em gêneros tipicamente brasileiros. Na origem do samba urbano carioca, misturavam-se a habanera cubana, o lundu (proveniente de Angola e Congo), a polca, o maxixe e o tango da Andaluzia. Assim, nossos tangos ou tanguinhos, das primeiras décadas que se seguiram à abolição da escravidão, eram sambas mesmo, que não podem ser confundidos com o tango argentino.
Neste vídeo, executo para você "Homenagem a Sinhô", valiosa contribuição de Frutuoso Viana para a estilização do samba, nas teclas do piano, tal como Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth também o fizeram.
Dando continuidade a esta série de vídeo-aulas, você pode acessar o vídeoclipe IV, em torno do pensamento e obra de Cláudio Santoro, no qual interpreto a canção de ninar "Acalanto da rosa", em minha adaptação para piano solo. Originalmente, para canto e piano, sua autoria é de Cláudio Santoro e Vinícius de Moraes.



Nacionalismo, realismo socialista, música brasileira II - Mignone, por Luiz Giani

Mignone, filiado ao PCB, no período de legalidade do partido, utilizava a expressão "música socialística". Entre os compositores envolvidos na fusão do nacionalismo musical com o realismo socialista, alguns expressavam sua crença no advento próximo e irreversível do socialismo, com expressões do tipo: "decadência do capitalismo", "degenerescência da arte burguesa", "arte do capitalismo decadente", classe (a burguesia) que "estertora". 
A partir do momento em que se aproxima da doutrina do realismo socialista, o pensamento nacionalista, na arte brasileira, radicaliza sua posição contra a dominação, tanto externa, imperialista, quanto interna, de opressão das classes dominantes sobre os trabalhadores. Isto aconteceu, de um modo geral, nos países em que o partido comunista se fez atuante nos campos político-econômico e cultural. Desde o final do século XIX, difundia-se a tese marxista de que o núcleo das contradições sociais é o da dominação de classes sociais. O nacionalismo é um movimento histórico contra a dominação externa, mas, tende a ocultar a dominação de classes sociais, no interior da nação. Quando as classes dominantes estimulam o sentimento nacionalista, tal mecanismo pode ser útil para desviar a atenção dos dominados. Assim entendido, o nacionalismo torna-se uma conspiração para impedir a luta dos oprimidos contra seus reais inimigos.
Marcada, inicialmente, pela obra prima nacionalista, "Maracatu de Chico Rei" (1933), que está disponível no youtube, a trajetória de Mignone, em seu convívio com Mário de Andrade, evoluiu rapidamente para uma dimensão "proletária", explícita no próprio título da obra: "Sinfonia proletária" (1939). O título original foi substituído por "Sinfonia do trabalho" para, segundo ele, "evitar malentendidos". Ainda sob a ditadura do Estado Novo, ele compõe as 12 "Valsas de Esquina" (1938-1943) e os bailados de fundo social, "Espantalho" (1941), inspirado em quadros de Portinari, e "Iara" (1942), com cenários e figurinos de Portinari.
Em 1945, com o fim da guerra mundial, Mignone rege a "Sinfonia de Leningrado" (Shostakovich), no campo do Fluminense Futebol Clube, do Rio de Janeiro. Carlos Prestes convida-o para candidatar-se pelo partido...



Nacionalismo e realismo socialista na música brasileira I - Introdução, por Luiz Giani

Este vídeo é uma introdução da série de 8 (oito) vídeo aulas. A série situa historicamente o pensamento e a obra musical de cada compositor, como expressões articuladas com as conjunturas sócio-econômicas e político-ideológicas, nas quais estão inseridos os compositores Francisco Mignone, Frutuoso Viana, Camargo Guarnieri, Cláudio Santoro, Guerra Peixe, Radamés Gnatalli, Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Outros compositores serão abordados na próxima série de vídeos.
O período em questão vai de meados da década de 1930 a meados da década de 1950. O momento mais trágico do cruzamento entre o nacionalismo musical e o realismo socialista é o da guerra ideológica e musical ocorrida no início do segundo governo Vargas, quando o PCB conclamava as massas para a luta armada. 
Uma das teorias desenvolvidas nesta pesquisa é a de que existe paralelismo e convergência entre música e política, música e ideologia, neste breve período da história do Partido Comunista Brasileiro (PCB), um movimento sem precedentes, na história do país.



terça-feira, 10 de maio de 2011

Sobre a Vírgula

Campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.


A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
 
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.



Detalhes Adicionais:
COLOQUE UMA VÍRGULA NA SEGUINTE FRASE:


SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Google homenageia ilustrador britânico Roger Hargreaves com série de desenhos





Quem não se lembra dos livrinhos infantis chamados "Little Ms. Sunshine", "Mr. Happy", "Mr. Men"? Nos anos 80, esses personagens de cores únicas e formas engraçadas faziam sucesso entre a garotada. No Brasil, veio intitulado como a Turma do João Ninguém. Além de livros, tinha o álbum de figurinhas com os personagens.

E hoje, o Google homenageia o que seria o 76º aniversário de Roger Hargreaves, ilustrador de livros infantis, criador dos personagens o Mr. Men e o Little Miss.
 Cada vez que se acessa a página do Google hoje, aparece uma gravura diferente misturando obras do ilustrador com o logo do sistema de busca.


Roger Hargreaves viveu de 1935 a 1988 e desde 1971 produziu livros para crianças pequenas, com histórias simples e desenhos com cores fortes. As obras de Hargreaves foram traduzidas em quase 20 línguas e venderam mais de 80 milhões de cópias ao redor do mundo.